Como escolher sua máquina a fio de molibdênio
- Promill EDM

- 28 de nov. de 2025
- 2 min de leitura
Escolher uma máquina a fio não é apenas comparar preços e tamanhos. Existem fatores técnicos que influenciam diretamente o resultado final, a produtividade e o custo por peça. Entre esses fatores, alguns pontos pesam muito: resolução de movimento, precisão de
corte, rugosidade final e qualidade real do processo.
Máquinas ultrapassadas possuem softwares limitados. Um exemplo disso é o sistema de controle do eixo Z, ainda encontrado em máquinas “novas”. Antigamente, utilizavam régua manual ou sistemas motorizados simples que apenas subiam ou desciam o cabeçote, chegando ao ponto de algumas terem um segundo controle de botões exclusivo para movimentar o Z, totalmente isolado do software da máquina. Não havia comunicação, não havia leitura eletrônica e não havia precisão real para cortes em ângulo. O operador dependia do olho, da régua e da experiência para acertar. É possível encontrar ainda hoje modelos com esse conceito ultrapassado sendo comercializados no mercado.
O resultado eram ajustes demorados, dependência total da habilidade do operador e dificuldade para cortes em ângulo. O que deveria ser simples virava tentativa-erro, cálculos manuais e variações inevitáveis entre um corte e outro.

Nas máquinas modernas, isso não faz mais sentido. O Z precisa conversar com o software, obedecer parâmetros e repetir posições com precisão. É exatamente isso que a PROMILL oferece: Z eletrônico totalmente integrado ao CNC. O operador informa um único parâmetro e a máquina calcula, posiciona e repete a altura ideal para corte reto, inclinado ou de dois perfis. Sem esforço físico, sem ajuste manual e sem perda de tempo.
Outro ponto decisivo é a resolução de movimento. É ela que determina a estabilidade do avanço, a suavidade do percurso e a qualidade final do corte. Máquinas PROMILL trabalham com resolução de movimento de 0,001 mm e resolução real de corte de 0,01 mm, garantindo estabilidade, consistência e repetibilidade mesmo em geometrias longas, delicadas ou com tolerâncias apertadas.
Também é importante analisar o consumo do gerador. Quanto menor o valor em kVA ou kW, menor o custo para operar a máquina diariamente. Nesse ponto, a PROMILL também entrega vantagem clara: consome até 3 vezes menos energia que muitas máquinas concorrentes, gerando economia direta na conta de luz e melhor custo por peça no fim do mês.
Por fim, vale olhar a eficiência de corte. A maioria das máquinas do mercado trabalha entre 150 e 180 mm²/min. Já a PROMILL entrega valores muito mais altos: a Série E alcança 220 mm²/min e a Série U chega a 300 mm²/min. Na prática, isso coloca a Série E entre 22% e 46% acima da média, enquanto a Série U pode ser de 66% até 100% mais rápida, dependendo da referência analisada.
No final, a escolha se resume a isso: menos ajuste manual, mais precisão, mais repetibilidade, menor consumo de energia e maior velocidade real de corte. Esse é o conjunto que define uma boa máquina a fio de molibdênio — e é exatamente esse conjunto que a PROMILL entrega.




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